Crer no Espírito Santo

Não se pode crer em Jesus Cristo sem participar de seu Espírito. É o Espírito Santo que revela aos homens quem é Jesus. Pois “ninguém pode dizer ‘Jesus é o Senhor’ a não ser no Espírito Santo” (1Cor 12, 3). “O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as profundidades de Deus… O que está em Deus, ninguém o conhece, a não ser o Espírito de Deus” (1 Cor 2, 10 – 11). Só Deus conhece a Deus por inteiro. Cremos no Espírito Santo porque ele é Deus.

A Igreja não cessa de confessar sua fé em um só Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.

(CIC – Parágrafo 152)

RCC Serra Talhada                                                                                           Anunciando o Caminho

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A Colheita

[…] o Filho do Homem enviará seus anjos e eles retirarão do seu Reino toda causa de pecado e os que praticam o mal; depois, serão jogados na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça.

Neste Domingo, dia 17, Jesus nos falou claramente como seria o processo de salvação para aqueles que tivessem  traçado seu caminho pela justiça de Deus. É preciso usarmos o nosso dom de discernimento para sabermos até mesmo no meio da nossa comunidade onde está o joio e onde está o trigo, pois, a nossa identidade está ao nosso redor, exatamente nas coisas que nos identificamos! Exatamente como disse Jesus: “Diga-me com quem tu andas, e eu direi quem tu és.”

Vamos pedir a Deus que mande os seus anjos e tire do nosso meio, de onde quer que estejamos, a semente do maligno. Vamos pedir a Jesus, que ao derramar o fogo do Santo Espírito, ele queime dentro de nós todo o joio plantado, pois, para que haja uma grande transformação no mundo é preciso que haja primeiro uma grande transformação dentro de nós, antes que o joio do nosso lado seja queimado e destruído, é preciso que o joio que está aqui/ai dentro, no mais íntimo nós, nas nossas atitudes de injustiça, sejam também derrotados.

Reflita bastante esta semana sobre a sua identidade. É de Joio ou Trigo? Justiça ou Injustiça; lembre-se: Justiça é fazer aquilo que é certo, aquilo que está correto. O que você faz com o que Deus te entregou? Faz certo como deve ser feito ou o transforma num “achismo” do seu EGO?

Que o Santo Espírito deça sobre vocês, e plante em cada um, uma pequenina semente de mostarda e que através dos seus atos ela se torne uma enorme árvore, e que esta dê frutos.

Quem tem ouvidos, ouça!    

Coord. Ícaro Diniz                                                                               Anunciando a Verdade

Uma Nova e Perversa Linguagem Para Dominar o Mundo

Dom Silvano Tomasi, observador da Santa Sé na ONU, fez uma revelação muito importante sobre como agem as instituições internacionais como a ONU e outras, para dominar o mundo e impor à humanidade uma cultura anti-católica, e de morte.

Dom Tomasi fez essa explanação na Conferênica – “O poder da palavra. Verdade e ideologia nos organismos internacionais” -, realizada em Roma (17.fev.2011). (Zenit. Org – 18/2/2011)

Ele disse que agora de usam novos termos para impor ideologias contrárias à moral católica. São palavras como “governance” (ao invés de governo), “partner” (ao invés de esposo), “gender” (homem/mulher), “saúde reprodutiva” (anticoncepção), e outros, o objetivo claro de confundir e dissimular a maldade. E tudo isso é usado com uma visão extremista da “não-discriminação”. Esconde-se atrás desta palavra para se eliminar a moral católica. Ora, como disse, o bispo, “dizer que uma pera não é uma maçã não é uma discriminação”.

Dom Silvano alertou que tudo isso entra em nossa vida sem percebermos, e quando damos conta, já pode ser tarde demais; os filhos já foram contaminados pela nova ideologia e também os adultos; “tudo vai ficando normal’, porque “todo mundo aceita”.

Ele recordou o que disse o Papa Bento XVI sobre a “ditadura do relativismo”: “Uma boa parte das filosofias contemporâneas afirma que o homem não é capaz de conhecer a verdade. E, por conseguinte, o homem que não é capaz disso não poderia ter valores éticos”. Desta forma, “acaba aceitando, como única referência, a “opinião da maioria”. No entanto, a história demonstra quão destrutivas podem ser as maiorias”, como no caso “das ditaduras impostas pelo nazismo e pelo marxismo”.

Segundo Dom Silvano, os “gerentes” das organizações internacionais querem impor ao mundo uma nova realidade desejada por eles, onde os valores morais da tradição judaico-cristã são excluídos, “fazendo desaparecer os conceitos como: verdade, moral, consciência, razão, pai, mãe, filho, mandamento, pecado, hierarquia, natureza, matrimônio, etc..”

E tudo é feito falsamente em nome dos “direitos humanos”, e “para o bem de todos”, quando na verdade é desrespeito a esses direitos e destruição da família e da sociedade. Apresentam tudo como se estivessem criando uma “nova e mais elevada moral”. Apelando para os “direitos humanos” torna-se difícil para a maioria discordar das novas propostas. Assim, disse o bispo, abre-se “um atalho sedutor para grupos que não conseguem encontrar aprovação em espaços normais da política”. É uma grande cilada para a civilização cristã.

Segundo o bispo é um “novo vocabulário” usado para implantar uma “ideologia individualista”, egoísta e anti-cristã. Ele disse explicitamente que: “A aspiração das Nações Unidas é criar uma nova ordem internacional e, para conseguir isso, cria uma nova antropologia”, como quando se fala de gênero [ao invés de sexo], “não o dado pela natureza, mas o que o indivíduo escolhe”. E assim, Assim, “atinge-se a própria estrutura da sociedade no que diz respeito à família”.

Aos poucos essas “soft Law” (leis suáveis) vão sendo transformadas em normas jurídicas e leis e se aplicam até em cidades pequenas.

Nesta linha, disse o bispo, hoje, na Espanha e na Alemanha, “podem solicitar uma mudança de sexo garantida pela lei – independentemente das características físicas -, com um procedimento tão banal como ir a um cartório”. E se perguntou: “Como se pode defender a mulher, se o papel é apenas opcional?”.

É por tudo isso que João Paulo II dizia insistentemente que a família está ameaçada por forças muito poderosas que a querem destruir. Na sua Carta às Famílias, de 1994, ele disse que os inimigos de Deus se voltam hoje contra a família. Cabe, então, à Igreja e a cada cristão, defender esta obra de Deus, pois, se a família – segundo o coração de Deus – for destruída, a sociedade também o será.

Redação Canção Nova

 

As chuvas do outono e da primavera

“Alegrai-vos, filhos de Sião, e rejubilai no Senhor, vosso Deus, porque ele vos dá as chuvas do outono no tempo oportuno, e faz cair chuvas copiosas sobre vós, as chuvas do outono e da primavera, como dantes.” (Joel 2, 23)

 

A chuva da primavera é a chuva nova, que realiza um despertar espiritual, um reavivamento, ao passo que a chuva do outono é a da colheita, a de ver os frutos na nossa vida. Esta passagem do livro do profeta Joel é uma das palavras que recebemos para estes tempos que estamos vivendo. Pelo fato de carregar uma promessa de Deus, nós a temos lido e relido a fim de entender se podemos nos habilitar para receber a bênção. Finalmente, o Senhor nos deu o entendimento do que fazer para receber em nossas vidas essas chuvas do outono e da primavera e é com muita alegria que eu partilho com todos a fim de que todos possam recebê-las nas suas vidas.

 

As chuvas do outono e da primavera são para quem está em estado de permanente missão. Quando nos colocamos em estado de missão acontece uma coisa boa, nós nos lançamos na vontade de Deus. A principal missão que nos foi dada é “Ide e fazei discípulos em todas as nações!”. Quando estamos em missão somos revestidos de autoridade no nome de Jesus (chuvas da primavera, do despertar espiritual) e temos um novo estilo de vida, a bênção do Pai, do Filho, a força do Espírito Santo recai sobre a nossa vida e Deus passa a cuidar das nossas coisas, da nossa família (chuvas do outono, as chuvas da colheita).

 

O “Ide!” do Senhor para nós hoje é para arrancarmos as pessoas da cultura da morte, tirá-las do medo, do desânimo, da apatia, da indiferença e apresentar Jesus a elas, falar-lhes de vida, de esperança, do valor da família, do valor da fé. Quando apresentamos Jesus para as pessoas a vida delas é iluminada, é resgatada, e a nossa vida é abençoada com uma nova força espiritual, uma nova alegria no Espírito: “Alegrai-vos e rejubilai no Senhor, vosso Deus, porque ele faz cair chuvas copiosas sobre vós, as chuvas do outono e da primavera”.

 

Estar em estado de permanente missão é estar sempre pronto a ir para onde Deus nos enviar, independentemente de nosso próprio cansaço e até da nossa vontade, é não desanimar, não parar no meio do caminho. Estar em estado de permanente missão é reafirmar a cada dia o Senhorio de Jesus sobre nossas vidas e colocarmo-nos a sua disposição para anunciá-lo, anunciar sua salvação, anunciar o seu amor a todos aqueles a quem Ele nos enviar. Depois, é só esperar as chuvas copiosas da graça de Deus sobre a nossa vida, a nossa casa, o nosso trabalho. No tempo oportuno elas virão.

 

Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL

A grande transformação que Deus irá fazer

O dia do Senhor está cada vez mais próximo. Dizer que estamos próximos do grande e glorioso dia do Senhor não é motivo de medo. Jesus virá como vitorioso para retirar toda a sujeira deste mundo. Ele virá para recolher os que são d’Ele, como explica na parábola do joio e do trigo:

“O que semeia é a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os súditos do Reino; o joio são sos súditos do maligno” (Mt 13,37-38).

Você é filho do Reino, portanto, boa semente. Não é joio: não é filho do maligno! Você é um filho de Deus, selecionado para o Reino que virá em breve. A colheita é o fim dos tempos que se aproxima. Não se trata do fim de todas as coisas, mas da grande transformação que Deus irá fazer.

Assim como o trigo cresceu e produziu fruto, também o joio cresceu e produziu o seu fruto. É por isso que existe tanta maldade, violência, corrupção, adultério, prostituição, doenças, miséria. O fruto do mal já cresceu e amadureceu. Como aquelas frutas que, quando maduras, se abrem e soltam o caroço para fora, assim está o mal na face da terra. Ele está desabando, por isso, mostra-se altivo, como se fosse o vitorioso.

Mas também o trigo já produziu o seu fruto. Ele está maduro. Chegamos ao tempo da colheita. Hoje vivem juntos joio e trigo, por isso sofremos. Mas Jesus ordenou que não arrancássemos o joio, senão o trigo seria arrancado também. É difícil ser cristão, ser escolhido, ser santo no mundo onde tudo nos arrasta, nos seduz para a corrupção. Mas essa é a nossa missão, o nosso desafio.

Deus abençoe você!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” de monsenhor Jonas Abib)

Unção e técnica musical

O músico precisa ter cuidado para não se preocupar somente com a música ou com a técnica musical; deve buscar um equilíbrio em sua caminhada, deixando que o Espírito Santo conduza sua vida ao deserto, para a provação e libertação e, em seguida, o mesmo Espírito o conduza para o meio do povo, a fim de libertar e curar por intermédio da música.

Muitos músicos ainda não foram “aprovados” no deserto, estão sendo reprovados diante das provações e tentações; não se entregaram à graça do Espírito Santo para vencer o pecado. No entanto, se preocupam em estar no meio do povo, mas sem consciência de que sua presença não tem autoridade diante do demônio e, muito menos, sua música pode libertar alguém. Muitos músicos precisam ser libertos para depois sair e ajudar as pessoas a se libertarem.

Como ajudar alguém a sair do adultério se nós não conseguimos sair dele? Como ajudar alguém a se libertar dos vícios se ainda não vencemos essa tentação em nossas vidas? Como falar em roubo, masturbação, mentira, irresponsabilidade se no deserto nos entregamos a tudo isso? O músico precisa ter equilíbrio e estar aberto para as libertações que Deus precisa fazer nele.

Muitos querem tocar para Deus todo o tempo que puderem, porém, não entendem que a verdadeira música do céu não pode ser tocada sem o Espírito os conduzir ao deserto. É no deserto que Ele os liberta dos males e dos pecados, lhes dá a vitória sobre o inimigo e, em seguida, os conduz a fazer um “barulho de Deus” nos corações das pessoas.

Nos grupos de oração, o músico pode até tentar exorcizar com seu canto, mas o que faz a diferença é se ele já foi aprovado no deserto. Caso não, as pessoas vão embora no mesmo estado em que entraram no grupo.

Trecho do livro: “O Músico e a Arte de Servir a Deus”

 

Ser santo é ser humano

Muitos pensam que para ser santo é necessário deixar de ser gente

Santificar-se é descobrir que o projeto de santidade ocorre com a ajuda do Espírito Santo, que move as diferentes pessoas nos diferentes tempos e faz uma obra maravilhosa. Move-nos em um movimento de felicidade. Porque ser santo é ser feliz.

A santidade é feita de momentos, do agora, de oportunidades, de encontros. Ao ler este artigo, você estará traçando um projeto de felicidade, pois poderia estar agora envolvido em outras mil e um coisas, mas está aqui diante desta página confrontando-se com estas palavras.

O Espírito Santo plasma em nós a todo momento uma atitude santa. Uma atitude beata (beato=feliz).

Não negligencie a felicidade que Deus lhe concede. Felicidade é santidade. E não se trata de uma felicidade passageira, uma felicidade “fast food”. Ela não é rápida como a internet de banda larga, mas compõe um projeto de continuidade, de começos, meios e fins.

Infelizmente, muitos pensam que para ser santo é necessário deixar de ser gente e esquecer que a vida é um projeto de bem-aventuranças (felicidade). Ser santo é ser gente na plenitude. É ser humano em tudo aquilo que comporta a palavra “humano”.

Jesus sempre fez este processo de humanização com as pessoas, fazendo-as tomarem posse de si mesmas e, assim, levando-as a se disporem. Ser pessoa não é só completar o que somos e temos de melhor, mas descobrir e cultivar o que temos de melhor para o benefício de outros. Isso é santidade. Santidade é ser melhor e não apenas “o melhor”.

Quer saber como ser santo? Faça bem todas as coisas. Leve Jesus para todos os lugares. Convide-O para estar em todos esses lugares. Santidade não é fuga do mundo, mas transformação deste mundo. É saber que podemos deixar marcas de céu na vida de todos aqueles que estão ao nosso redor. Isso é ser santo. Fazer bem todas as coisas e amar. Este é o segredo da santidade, a verdade de uma humanidade que vive na plenitude. O amor é tudo o que as pessoas procuram.

Não podemos desperdiçar nossa juventude. Devemos vivê-la intensamente, apostando tudo em Jesus e sendo gente, humanos. Sempre com a certeza de que é possível ser santo de calças jeans.

(Do livro “Santos de calça jeans” de Adriano Gonçalves, da Editora Canção Nova)

Foto Adriano Gonçalves
adriano@geracaophn.com
Adriano é apresentador do programa Revolução Jesus. Vai ao ar todas as quartas-feiras a partir das 23h e com reprise aos domingos a partir das 17h na TV Canção Nova. Programa jovem que tem como finalidade levar o telespectador a um encontro profundo e determinante com Jesus.

É tempo de vida nova

“Senhor, eu vos louvarei entre os povos, anunciarei o vosso nome aos meus irmãos. Aleluia!” (Sl 17,50; 21,23)

O encontro com Jesus Cristo é decisivo. Somente Ele tem a chave da vida. Só n’Ele o homem encontra a revelação do Amor que tanto busca: ”Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que nele crer encontre vida eterna. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigênito” (João 3,16.18).

Deus está intervindo no mundo e o Cristo Ressuscitado, Misericordioso, sofre as demoras na espera da conversão de cada pessoa em particular.

Será que já chegou a nossa vez? Como estamos em nossa abertura para a luz de Cristo? Nossas ações têm testemunhado a obra de Deus em nós?

É tempo de vida nova! É tempo de não ter medo de abraçar o bem. É hora de se aproximar da luz de Cristo e abandonar de vez as obras das trevas. Este é o dia que o Senhor fez para nós. Temos graças suficientes para vencermos o mal.

Oremos uns pelos outros! Amando-nos e respeitando-nos como irmãos!

Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago