Missão em Jurema


Mais uma missão cumprida… Ontem o Ministério de Música realizou mais uma missão na fazenda Jurema, que está situada no Município de Calumbi – PE.

      Você sabe cantar ou tocar algum instrumento? Quer fazer missões cantando por toda região com nosso Ministério de Música?       “

SIM?

Então venha participar conosco, toda terça-feira às 19h:00min na Igreja de Nossa   Senhora da Conceição do nosso Grupo de Oração.

RCC Serra Talhada
Anunciando o Caminho 

Encontrão 2011 Traz Força aos Carismáticos de Serra Talhada

Domingo, dia 28 de Agosto, foi o dia que marcou a vida da Renovação Carismática Católica em Serra Talhada. Jesus prometeu o Seu Espírito, e Ele nos mandou! Amém!

Foi um Grande dia para Honra, Glória, Louvor e verdadeira Adoração ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos estávamos reunidos no mesmo lugar, como Maria e os Apóstolos estavam em Pentecostes, e assim como eles, nós saímos daquela Igreja, Cheios, Renovados, Restaurados no Espírito Santo! E o mesmo Espírito nos mostrou, nos revelou, nos inspirou muitas missões para nossa cidade.

Abraço ao nosso amigo Sérgio Maciel, homem de Fogo!

A Graça e o Amor do Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vocês!

RCC Serra Talhada
19 Anos Anunciando o Caminho da Salvação

Encontrão 2011… Você Não Pode Perder!

Será servido o almoço no valor de R$ 5,00 (Cinco Reais).

As Caravanas que vierem de outras cidades, por gentileza, entrem em contato por o E-mail do cartaz nos dizendo quantos irão vir para o evento, para que assim reservemos os almoços dos participantes.

Está previsto para terminar às 19h:00min com a Santa Missa.

A Igreja de Nª Srª da Conceição, onde será realizado o Encontrão 2011, fica próximo a Avenida Afonso Magalhães.

Jesus está esperando por você! Venham comemorar conosco, os 19 Anos do nosso Movimento, que por todo esse tempo vem Anunciando o Caminho do Céu!

RCC Serra Talhada                                                                                             Anunciando o Caminho

Rio de Janeiro Será a Sede da JMJ 2013

O Rio de Janeiro será a sede da Jornada Mundial da Juventude 2013! O anúncio oficial foi feito pelo Papa Bento XVI, ao fim da Missa de encerramento da JMJ Madri, neste domingo, 21.

A data prevista para o evento é de 23 a 28 de julho de 2013 e a expectativa é reunir mais de dois milhões de jovens peregrinos.

“Este é o maior evento da Igreja. Juntando o número de pessoas de uma Copa do Mundo e uma Olimpíada, não dá a metade do que se dá numa Jornada Mundial da Juventude”, destaca o assessor da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB, padre Carlos Sávio Costa Ribeiro.

Segundo Dom Antônio, a escolha do Papa pelo Brasil tem muito a ver com a esperança que o Santo Padre tem pela América Latina. “É uma demostração viva de como a Igreja se apoia muito nos países latino-americanos onde o carisma e a fé do povo católico são muito fortes”, destaca.

“Será uma oportunidade para todas as dioceses de nosso país, junto com seus bispos, sacerdotes e leigos, vivam uma profunda comunhão, demostrando que a Igreja é uma grande família”, destaca Dom Antônio.

Custos da JMJ Rio 
Organizar uma JMJ realmente é algo que acarreta muitas responsabilidades, preocupações e empenhos, salienta Dom Antônio. A arquidiocese do Rio e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) estarão a frente desta organização que tem como coordenador-geral Dom Orani  João Tempesta, Arcebispo do Rio.

“A maioria dos recursos procederão das inscrições que começarão no final de 2012. Mas antes do inicio das inscrições precisamos de recursos para as primeiras despesas como a divulgação”, explica  o vice-coordenador.

Além das inscrições dos jovens, a Igreja espera contar com recursos vindos de patrocinadores. Já os suportes na segurança e no transporte serão concedidos pela prefeitura do Rio de Janeiro, como é natural em qualquer evento.

“Esperamos que escolas, paróquias e as famílias abram suas casas para acolher esses jovens”, destaca Arcebispo Emérito do Rio.

Unção e técnica musical

O músico precisa ter cuidado para não se preocupar somente com a música ou com a técnica musical; deve buscar um equilíbrio em sua caminhada, deixando que o Espírito Santo conduza sua vida ao deserto, para a provação e libertação e, em seguida, o mesmo Espírito o conduza para o meio do povo, a fim de libertar e curar por intermédio da música.

Muitos músicos ainda não foram “aprovados” no deserto, estão sendo reprovados diante das provações e tentações; não se entregaram à graça do Espírito Santo para vencer o pecado. No entanto, se preocupam em estar no meio do povo, mas sem consciência de que sua presença não tem autoridade diante do demônio e, muito menos, sua música pode libertar alguém. Muitos músicos precisam ser libertos para depois sair e ajudar as pessoas a se libertarem.

Como ajudar alguém a sair do adultério se nós não conseguimos sair dele? Como ajudar alguém a se libertar dos vícios se ainda não vencemos essa tentação em nossas vidas? Como falar em roubo, masturbação, mentira, irresponsabilidade se no deserto nos entregamos a tudo isso? O músico precisa ter equilíbrio e estar aberto para as libertações que Deus precisa fazer nele.

Muitos querem tocar para Deus todo o tempo que puderem, porém, não entendem que a verdadeira música do céu não pode ser tocada sem o Espírito os conduzir ao deserto. É no deserto que Ele os liberta dos males e dos pecados, lhes dá a vitória sobre o inimigo e, em seguida, os conduz a fazer um “barulho de Deus” nos corações das pessoas.

Nos grupos de oração, o músico pode até tentar exorcizar com seu canto, mas o que faz a diferença é se ele já foi aprovado no deserto. Caso não, as pessoas vão embora no mesmo estado em que entraram no grupo.

Trecho do livro: “O Músico e a Arte de Servir a Deus”

 

Músicos, cuidado com os aplausos


Quando um músico está cheio de si mesmo, achando-se o “máximo”, é porque não tem mais conteúdo. Quando a pessoa vai perdendo a unção, perde a técnica também. De modo que há uma íntima relação entre unção e técnica. O que faz o músico treinar e repetir muitas vezes é a iluminação espiritual, esse dever ser o motivo.

Viktor Frankl, psicólogo judeu logoterapeuta, que viveu num campo de concentração nazista, afirma que “quem tem um porquê, enfrenta qualquer como”. Esta é a grande e a verdadeira inspiração da música.

O processo da canção teria de ser este para todo músico: primeiro, concebe-se a música a partir de uma ideia, imagem, pessoa, texto bíblico ou acontecimento, ou seja, primeiro o silêncio. A Bíblia mostra isso com muita clareza, pois diz que antes de Deus dizer: “Faça-se a luz”, houve o silêncio. Foi ele [o silêncio] quem gestou essa ordem criadora de Deus.

A música, primeiro, tem de ser em silêncio. Não acredite em músico que não faça silêncio, que entra no carro e já tem de ligar o som. Este não é um bom músico. O bom músico precisa assimilar, no inconsciente, aquilo que fica gravado no mais íntimo de seu ser e ir se alimentando disso pouco a pouco.

Todo tipo de treinamento é difícil. Seja este treinamento musical, de um idioma, ou mesmo físico, como numa academia por exemplo. Quando a pessoa perde a iluminação interior, a sua inspiração – força divina que brota dentro dela -, então não terá mais disposição para ficar ensaiando, porque aí entrou a “síndrome do palco” e a “síndrome do aplauso”. Há músicos que não tocam se não houver público para aplaudi-los; ou que gostariam muito de fazer um solo maravilhoso durante a celebração da Santa Missa, no momento da consagração, somente para que as pessoas se levantassem e os aplaudissem.

Cuidado com os aplausos, pois eles tiram a honestidade e a sinceridade deste momento tão sublime.

 

Gil Duarte

O Guia de Filmes do Vaticano

Em 1995, pelo centésimo aniversário do cinema, o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais editou uma relação de 45 filmes que possuem especial importância em matérias religiosas, artísticas ou morais.

Observe-se, porém, que devemos assistir a esses filmes como pessoas maduras e inteligentes, sabendo pensar criticamente e separando as coisas boas e as coisas más que existem neles. Ora, nenhum filme é perfeito, nem mesmo os da categoria principal (Religião); portanto, nem tudo que apresentam é endossado.

Em particular, as ideias religiosas contidas nos filmes relacionados sob a categoria Arte ou Valores, não são endossadas (se as ideias religiosas existentes nesses filmes fossem endossadas, estariam relacionados sob a categoria Religião, ainda que tal categoria não reflita perfeição total).

Da mesma forma, nem todas as idéias morais apresentadas nos filmes de Arte são endossadas; esses filmes foram incluídos porque são marcos da arte cinematográfica e não por causa dos valores religiosos ou morais existentes neles.

Igualmente, os filmes listados na categoria Valores expressam bem um determinado ponto moral, podendo, entretanto, possuir outras ideias morais ou religiosas que não são endossadas.

Dublado ou legendado, boa parte desses filmes se encontra disponível em vídeo nas locadoras. Que tal, então, assistir a um desses filmes hoje à noite?

 

RELIGIÃO

  • A Paixão (La Passion) – Ferdinand Zecca (França, 1903).
  • A Paixão de Joana d’Arc (The Passion of Joan of Darc) – Carl Dreyer (França, 1928).
  • O Senhor Vicente (Monsieur Vicent) – Maurice Cloche (França, 1947).
  • As Flores de São Francisco (Flowers of St. Francis) – Roberto Rossellini (Itália, 1950).
  • Ordet/O Mundo (Ordet/The World) – Carl Dreyer (Dinamarca, 1955).
  • Ben-Hur (Ben-Hur) – William Wyler (Estados Unidos, 1959).
  • O Nazareno (Nazarin) – Luis Bunuel (México, 1959).
  • O Evangelho segundo São Mateus (The Gospel According to St. Mathew) – Pier Paolo Pasolini (Itália, 1964).
  • Um Homem para todos os Tempos (A Man for All Seasons) – Fred Zinnemann (Inglaterra, 1966).
  • Andrei Rublev (Andrei Rublev) – Andrei Tarkovsky (União Soviética, 1966).
  • O Sacrifício (The Sacrifice) – Andrei Tarkovsky (Suécia/França, 1986).
  • A Missão – Roland Joffe (Inglaterra, 1986).
  • A Festa de Babete (Babette’s Feast) – Gabriel Axel (Dinamarca, 1987).
  • Francisco (Francesco) – Liliana Cavani (Itália, 1988).

ARTE

  • Nosferatu (Nosferatu) – F. W. Murnau (Alemanha, 1922).
  • Metrópolis (Metropolis) – Fritz Lang (Alemanha, 1927).
  • Napoleão (Napoleon) – Abel Gance (França, 1927).
  • A Pequena Garota (Little Women) – George Cukor (Estados Unidos, 1933).
  • Tempos Modernos (Modern Times) – Charles Chaplain (Estados Unidos, 1936).
  • A Grande Ilusão (Grand Illusion) – Jean Renoir (França, 1937).
  • A Diligência (Stagecoach) – John Ford (Estados Unidos, 1939).
  • O Mágico de Oz (The Wizard of Oz) – Victor Fleming (Estados Unidos, 1939).
  • Fantasia (Fantasia) – Walt Disney (Estados Unidos, 1940).
  • Cidadão Kane (Citizen Kane) – Orson Welles (Estados Unidos, 1941).
  • The Lavendar Hill Mob (The Lavendar Hill Mob) – Charles Chrichton (Inglaterra, 1951).
  • A Estrada (La Strada) – Federico Fellini (Itália, 1954).
  • 8 1/2 (8 1/2) – Federico Fellini (Itália, 1963).
  • O Leopardo (The Leopard) – Luchino Visconti (Itália, 1963).
  • 2001: Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Oddessy) – Stanley Kubrick (Inglaterra, 1968).

VALORES

  • Intolerância (Intolerance) – D. W. Giffith (Estados Unidos, 1916).
  • Cidade Aberta (Open City) – Roberto Rossellini (Itália, 1945).
  • É uma Vida Maravilhosa (It’s a Wonderful Life) – Frank Capra (Estados Unidos, 1947).
  • O Ladrão de Bicicletas (The Bicycle Thief) – Vittorio Di Sica (Itália, 1948).
  • Na Área da Praia (On the Waterfront) – Elia Kazan (Estados Unidos, 1954).
  • A Harpa da Birmânia (The Burmese Harp) – Kon Ichikawa (Japão, 1956).
  • Morangos Selvagens (Wild Strawberries) – Ingmar Bergman (Suécia, 1957).
  • O Sétimo Selo (The Seventh Seal) – Ingmar Bergman (Suécia, 1957).
  • Dersu Uzala (Dersu Uzala) – Akira Kurosawa (União Soviética/Japão, 1975).
  • A Árvore de Wooden Clogs (The Tree of Wooden Clogs) – Ermanno Olmi (Itália, 1978).
  • Carruagens de Fogo (Chariots of Fire) – Hugh Hudson (Inglaterra, 1981).
  • Gandhi (Gandhi) – Richard Attenborough (Inglaterra, 1982).
  • O Revoar das Crianças (Au Revoir les Enfants) – Louis Malle (França, 1987).
  • O Decálogo (Dekalog) – Krzystof Kieslowski (Polônia, 1988).
  • A Lista de Schindler (Schindler’s List) – Steven Spielberg (Estados Unidos, 1993).

 

Fonte: Nazareth Resource Library

Tradução: Carlos Martins Nabeto

(http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=doc&cat=89&scat=126&id=238)

Como aproveitar o ensaio?

Deixar claro como será o começo, meio e fim de cada música. Ainda há pessoas que pensam que não precisam ensaiar pois já se acham mestres, profissionais demais, ensaio é coisa pra músico amador e outros mitos que devem ser extintos. Nisto se perde muito quanto ao crescimento em conjunto prejudicando o avanço do ministério. Mas se você quer dar o melhor pra Deus, é preciso traçar metas, principalmente para os momentos de ensaio com o seu ministério.

Primeiro, antes do ensaio, é preciso ter alguns pontos já resolvidos como: horário, repertório, cifras (se necessário), local apropriado, etc.

Vejamos alguns pontos importantes:

1- Silencio, ordem e disciplina.

2- A oração é importante, saber conduzir todos à oração dará mais frutos. Antes de afinar os instrumentos, afine o coração para Deus.

3- Traçar objetivos e preparar-se antes.

4- Manter o clima alegre, porém seriamente comprometido com as propostas do grupo, fundamentado no testemunho cristão.

5- Por ordem na casa. Ouvir as sugestões, tomando cuidado para que o ensaio não se torne um laboratório musical onde os cientistas estão disputando a primazia de descobertas.

6- Se não tem arranjador, procure ouvir a opinião do grupo, contanto que eles também saibam falar, para que não aconteça o absurdo de perder todo o tempo do ensaio apenas discutindo o que vai ser tocado ou cantado.

7- Apenas uma pessoa deve mixar os volumes na mesa de som, quando todo mundo mexe nos canais da mesa, acaba atrapalhando o andamento do ministério.

8- Cuidado com voltagens dos equipamentos e também as tomadas sobrecarregadas, isto pode causar curto-circuito ou danificar os equipamentos.

9- Fazer a “passagem do som” equilibrando o volume dos instrumentos com o volume das vozes. Peça pra passar também a guitarra com distorção que geralmente está programado com excesso de volume.

10- Afinar todos os instrumentos (um afinador eletrônico facilita a vida de muitos e ajuda a ganhar tempo).

11- Regular bem os instrumentos de modo que cada um possa se ouvir e ouvir o outro.

12- Nunca deixar que o instrumental supere a voz. Lembre que a mensagem é mais importante e é a primeira coisa que se deve entender claramente por todos.

13- Se necessário, tocar as músicas repetidas vezes até que todos tenham segurança da sua parte.

14- Deixar claro como será o começo, meio e fim de cada música.

15- Corrigir cada detalhe para que, na hora da apresentação, seja evitado aqueles olhares desesperados por parte de alguém do ministério.

16- A voz principal deve ser ouvida em todas as caixas de retorno (moderadamente), para que o cantor líder tenha mais facilidade de conduzir o ministério.

17- Anote tudo o que foi passado no ensaio e também o que não foi feito ou não saiu bem para que possa ser cobrado no ensaio seguinte. Anote também os tons corretos para as músicas.

18- Gravar o ensaio lhe dá a oportunidade de avaliar a qualidade e os avanços de seu ministério. Também serve para verificar qual músico está se esforçando, dando conta do recado, e pra dar aquele “puxão de orelha” no músico preguiçoso que não leva a sério a missão.

19- Cantar no tom original não é vantagem quando você não tem uma extensão de voz semelhante. Por isso escolha o tom mais confortável e apropriado pra você que canta.

20- Se necessário, mantenha uma pasta com todo o repertório do grupo devidamente cifrado.

21- Durante o ensaio, ter acesso ao áudio das músicas que estão sendo trabalhadas.

22- Um metrônomo é fundamental para a marcação do tempo musical, principalmente quando o “batera” tem dificuldade no andamento da música e nas voltas das viradas e contra-tempos. Melhor ainda é cada músico ter o seu metrônomo e estudar com ele.

23- Ensaie até que todos tenham segurança. Cuidado com aquela voz que diz: “na hora sai…”.  Pode ser que “saia” horrível!

 

Jocélio de Castro

Membro Consagrado da Comunidade Obra de Maria

 

Lidando com as Divisões no Ministério de Música

Aprendemos com o padre Jonas Abib que somos um só corpo. Se adentrarmos o contexto no qual está inserida a realidade de um corpo, poderemos concluir que um corpo saudável precisa ter seus órgãos, membros, corrente sangüínea, coração, ondas cerebrais, tudo funcionando em um nível mínimo de harmonia, suficiente para que ele sobreviva e se sinta saudável.

Assim, podemos dizer, é o nosso ministério de música.Nele temos a cabeça, os outros membros, órgãos vitais, partes internas que nunca aparecem ou são expostas, enfim, cada um tem a sua função e formas bem definidas.

Quando alguma coisa não funciona bem neste “corpo” ou quando algo está fora do lugar, nós abrimos brechas que podem trazer sérios problemas para a saúde do nosso ministério.

Quando sentimos alguma dor, é necessário parar o que estamos fazendo, ir ao médico e verificar as causas da dor. Isto fará com que tenhamos o diagnóstico e, em seguida a receita certa para combatermos a doença e, conseqüentemente, seremos aliviados de toda dor.

Aqui é preciso esclarecer algo muito importante: o nosso ministério não pode ser rico em divergências, senão ele será um corpo doente, onde por alguma razão os órgãos não funcionam como deveriam, onde um problema segue outros secundários. O nosso “corpo” é por si só rico em diversidades. Como dissemos, cada órgão, parte, membro, tem sua forma e função específica, e por isso, são diferentes.

As diferenças são riquezas e não barreiras. Partindo delas, encontraremos o melhor caminho para a unidade.Respeitando quem pensa diferente, acolhendo quem tem a coragem de questionar e, em conjunto discernir, com muita oração, o melhor caminho. Se isso acontecer, não daremos lugar à divisão, mas valorizaremos a nossa diversidade.

Somos um corpo. Dentro de um corpo não pode haver divisões, pois a nossa divisão vem do diabo e a nossa diversidade vem de Deus!

A harmonia no corpo é obra do Espírito Santo de Deus! Por isso, precisamos estar cheios do Espírito Santo.

Que o Espírito Santo ilumine e abençoe o seu ministério!
Unidos pela missão!

Márcio Todeschini
Ministério de música Canção Nova